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	<title>SalvaSom &#187; grupo de louvor</title>
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	<description>Pra quem gosta de música salvacionista.</description>
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		<title>Teclado &#8211; I</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 00:06:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Grupos de Louvor]]></category>
		<category><![CDATA[grupo de louvor]]></category>
		<category><![CDATA[teclado]]></category>
		<category><![CDATA[tocar em grupo]]></category>
		<category><![CDATA[tocar sozinho]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas vezes o tecladista se depara com a seguinte situação: é o único músico presente na Igreja. Não necessariamente porque todos os outros não tem compromisso, mas principalmente porque o teclado é um instrumento muito útil em situações bastante diferentes, sendo em muitos lugares o único instrumento existente.

Ao mesmo tempo vemos em algumas Igrejas grupos bastante completos, com guitarras, violões, baixos, baterias, e outros instrumentos.  Nesses casos, qual o papel reservado para o tecladista? Com certeza não é o mesmo de quando ele é apenas um músico solitário.

Duas situações completamente diferentes, que requerem do tecladista um cuidado especial e atenção a alguns itens que listo a seguir...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-125" src="http://www.corpocentral.com/salvasom/wp-content/uploads/TecladoRoland.JPG" alt="Teclado Roland" width="381" height="99" /></p>
<p>Começo aqui uma série de alguns posts sobre teclado, um dos instrumentos mais versáteis que usamos dentro da Igreja.</p>
<p>Esse material foi compilado para o Acampamento de Música da Divisão de São Paulo, e pode ser utilizado livremente, desde que a fonte seja citada.</p>
<p>Abraços!</p>
<p>- &#8211; -</p>
<p><strong>TOCAR EM GRUPO X TOCAR SOZINHO</strong></p>
<p>Muitas vezes o tecladista se depara com a seguinte situação: é o único músico presente na Igreja. Não necessariamente porque todos os outros não têm compromisso, mas principalmente porque o teclado é um instrumento muito útil em situações bastante diferentes, sendo em muitos lugares o único instrumento existente.</p>
<p>Ao mesmo tempo vemos em algumas Igrejas grupos bastante completos, com guitarras, violões, baixos, baterias, e outros instrumentos.  Nesses casos, qual o papel reservado para o tecladista? Com certeza não é o mesmo de quando ele é apenas um músico solitário.</p>
<p>Duas situações completamente diferentes, que requerem do tecladista um cuidado especial e atenção a alguns itens que listo a seguir:</p>
<p><strong><br />
<em>Quando está tocando sozinho:</em></strong></p>
<p><strong>- O teclado é a base da música. É preciso se manter em alturas médias e graves, para sustentar a harmonia.</strong></p>
<p>Nada de querer fazer solos bonitos ou querer tocar nas oitavas superiores do teclado. Sendo o único instrumento, é preciso manter a base para que as pessoas não percam o tom da música.</p>
<p><strong>- Evite tocar a melodia o tempo todo.</strong></p>
<p>Levando em consideração que as pessoas estão cantando a música, temos duas linhas musicais diferentes. A melodia de quem canta e o acompanhamento de quem toca. Tocar só a melodia não produzirá harmonias interessantes.</p>
<p><strong>- Dê os acordes precisos e sem muitas notas dissonantes.</strong></p>
<p>Sabe aquele acorde de Dó com 9ª e 7 ª maior, que mistura uma sexta dissonante e que dialoga com o baixo em terça (algo assim: C 9, 7+, 6 / E)? Esqueça. Quando tocamos sozinhos precisamos tocar simples, e deixar claro pra quem canta qual a base melódica. Alguma dissonância ainda pode ser utilizada, mas sem exageros.</p>
<p><strong>- Evitar muito contratempo e síncope.</strong></p>
<p>Na mesma linha do parágrafo anterior, sincopar demais a música pode, mais uma vez, deixar a congregação confusa em relação ao ritmo da música. Você está tocando sozinho, não esqueça.</p>
<p><strong>- Manter sempre a mão esquerda presente, com precisão (baixos).</strong></p>
<p>Um acorde completo precisa da mão esquerda bastante definida. Não deixe a mão esquerda solta, sem precisão. Os acordes precisam estar firmes, no momento certo. <strong><br />
</strong></p>
<p><em><strong>Quando está tocando em Grupo:</strong></em></p>
<p><strong>- Se houver contrabaixo, não “competir” com o baixo do teclado (mão esquerda)</strong></p>
<p>Aqui a situação é completamente diferente. Alguém está responsável pela base da música e esse alguém é o contrabaixista. Deixe que ele comande esse setor, e não faça com que a mão esquerda do teclado entre em conflito com o que o contrabaixo está fazendo. No máximo tente tocar a mesma coisa que o contrabaixo, sem muitos exageros. É preciso entender que a função do teclado aqui passa a ser outra, e não mais de base.</p>
<p><strong>- Respeitar o momento de solo dos outros instrumentos.</strong></p>
<p>É tão bom poder tocar a melodia, inventar em cima dos outro instrumentos ou mesmo solar. Mas é preciso ter consciência de que um solo é, como o nome diz, o momento de um único instrumento. Os outros abaixam seu som e apenas fazem a cama para o solista. O tecladista precisa também entender isso, e saber o momento certo de tocar e de ficar em &#8220;stand by&#8221;.<strong><br />
</strong></p>
<p><strong>- Saber o momento certo de tocar. Se o grupo estiver completo, não é preciso tocar em todo o tempo.</strong></p>
<p>Muito parecido com o anterior, o tecladista não precisa tocar o tempo todo quando o grupo está completo. Aliás, a música se valoriza quando executada apenas nos momentos certos, e não ao tempo todo.</p>
<p><strong>- Não competir com guitarra nos timbres parecidos. Valorizar o timbre de piano.</strong></p>
<p>Existem alguns timbres que &#8220;competem&#8221; com a guitarra quando ela está tocando junto. Nesses casos penso que o timbre de piano precisa ser valorizado.</p>
<p><strong>- “Casar” o ritmo tocado com o ritmo dos outros instrumentos.</strong></p>
<p>Valsa não combina com Soul. Isso é claro, mas nem sempre. A bateria e o baixo vão determinar o ritmo (se estiverem dialogando) e não adianta competir com eles. Como diz o ditado, se não pode contra eles, junte-se a eles. O ritmo tem que ser o mesmo. Rock é rock, soul é soul, levada é levada. Não misture as coisas, porque fica estranho.</p>
<p><strong>- Combine os acordes</strong></p>
<p>A vantagem de tocar sozinho é que você escolhe os acordes que vai fazer e pronto. Mas em grupo a coisa muda, e é necessário se tocar a mesma harmonia, para que não soe estranho o som de acordes completamente diferentes.</p>
<p>Ao fim de tudo as palavras centrais são: bom senso, espírito de equipe e simplicidade. Isso resume o que quis dizer. Até a próxima!</p>
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